Originais imutáveis
Nenhuma operação edita a entrada. Toda derivação vive em workspace próprio.
Ecossistema de edição auditável
Um mapa completo das funções que vamos criar para transformar mídia com segurança — do primeiro hash à publicação, com planos, gates, qualidade e evidência em cada etapa.
Nenhuma operação edita a entrada. Toda derivação vive em workspace próprio.
A receita vira um DAG revisável antes de qualquer trabalho caro.
Código zero não basta: saída, contrato, QC e hash precisam conferir.
Modelos sugerem e transformam; nunca aprovam a própria saída.
Visão ponta a ponta
O custo cresce somente depois que os gates anteriores passaram. Falhas retornam para rework ou quarentena sem apagar histórico.
Catálogo funcional
Selecione uma função para entender seu contrato, gate, falhas esperadas e a evidência que prova seu funcionamento.
Primeiro: que tipo de função é esta?
Use as categorias para separar transformação perceptível de análise, estrutura editorial, entrega e controle do motor.
Ordem de construção
Nenhuma fase avança pela existência de classes. O gate é uma fatia executada, testada, observada e documentada.
Schemas, probe, workspace, eventos, estado, executor e dry-run.
GATE trim → resize → export → QCCache, locks, retry, timeout, cancelamento, retomada e publicação atômica.
GATE falhas adversariais passamTracks, clips, overlays, áudio, legendas, proxies e perfis.
GATE projeto multicam sincronizadoPreview, scorecard, aprovação/rejeição e rehash.
GATE adulteração é bloqueadaTranscrição, cenas, reframe, highlights, fila, GPU e storage opcional.
GATE release ponta a pontaA regra central
“O produto não é um script que chama FFmpeg. É um sistema de decisão, orquestração, evidência e controle de qualidade.”